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O que tem em Chipre para ver?

Atualizado: 31 de mai. de 2021


O Chipre pode ser considerado um destino exótico para nós, brasileiros, mas, para os europeus é um dos mais procurados destinos de verão. É o país onde você pode encontrar, na mesma ilha, riquezas da Pré-história (em especial dos períodos Neolítico e Idade dos Metais), das civilizações: grega, fenícia, romana; tesouros da Idade Média (com destaque para a arte bizantina, peças e locais relacionados à dinastia Franca e Cruzadas), um pouco do Império Otomano, além de construções do período colonial britânico. Tudo isso com um mar calmo, azul-claro e de temperatura agradável, o qual nem mesmo os mares gregos podem oferecer em algumas épocas do ano, uma vida noturna bem agitada e facilidades na comunicação em inglês, visto que o Chipre foi colônia britânica, de meados do século XIX até 1960, antes de sua independência.

Por conta de ter sido uma colônia britânica, ressalto:

1) O Chipre tem mão de direção inglesa, ou seja, o volante dos veículos fica no lado direito do painel e, ao conduzir, deve-se deixar a faixa da direita para os veículos mais rápidos/ultrapassagens. As autoridades cipriotas não aceitam a licença israelense: deve-se tirar a Permissão Internacional para Dirigir (PID);

2) As tomadas de energia elétrica seguem o padrão do Reino Unido, diferente do Brasil e do resto da União Europeia. Portanto, leve ao menos um adaptador para tomadas com padrão Reino Unido/UK.

O Chipre, apesar de fazer parte da União Europeia e adotar o euro como moeda, ainda não implementou o Acordo de Schengen em sua totalidade. Vale ressaltar que 37 % do território cipriota é ocupado pelas forças militares da Turquia, desde 1974. Esta área se declara como a República Turca do Chipre do Norte, Estado não reconhecido pela ONU e reconhecido somente pela Turquia. Desde 2005 a ONU envía tropas para garantir a paz na ilha, as quais formam uma zona desmilitarizada ao longo da linha que divide os dois territórios. Por conta disso, a capital Nicósia é a única cidade no mundo dividida entre o lado grego (independente) e o lado turco. Isso implica em algumas precauções a mais. Por exemplo, seu seguro de viagem contratado pode se isentar de qualquer responsabilidade por eventos ocorridos em um país não reconhecido, além de a assistência consular ser dificultada. Israelenses não são autorizados a entrar sem visto. Ressalto ainda que não se recomenda qualquer visitação a pontos dentro do território ocupado pela Turquia.

Aluguei um carro, já que não consegui informação suficiente sobre horários de ônibus intermunicipal, além de muitos pontos de interesse ficarem em distritos ou em áreas fora dos municípios.

Vale a pena economizar em outras coisas para compensar o gasto com as diárias. Recomendo ainda entrar no site do órgão de turismo cipriota e fazer download dos guias em áudio para os locais a se visitar. O site tem outras informações bem interessantes, mas destaco os arquivos de áudio, porque, diferentemente de outros locais do mundo, você não paga por eles. Marcio Kramer



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